NúCleo do DirCeu

mais inspirar que ensinar.

A contemporaneidade nos oferece a possibilidade de desenvolver uma opinião evolutiva, que se adapta e se modifica a partir da nossa percepção em relação ao espaço, as pessoas e as condições em que vivemos. A informação cada vez mais se multiplica, nos dando a oportunidade de criar nosso próprio caminho. O papel o homem contemporâneo é fazer, desfazer e refazer o seu caminho.

É difícil saber distinguir os tipos de homem. Existe o herói, o egoísta, o besta, o fraco, o “contemporâneo” e etc. Porque o sistema de educação trabalha com um ensino padrão, já que as pessoas são diferentes uma das outras? Deve ser por que seria muito difícil criar um novo sistema, (lembrando da questao ensinar o que nao se sabe) levaria décadas, e também a maioria das pessoas gosta da idéia de padrão. Acho que iam haver guerras também, quem sabe!

Na vida existem pessoas que nos inspiram,independente do que elas sejam para nós,( parente, amigo, professor, heroi de quadrinho), e elas não precisam nos dizer o que fazer pra ensinar algo. É um mérito de observar e intuitivamente aprender algo. Precisamos empolgar sem ditar. É um raciocínio completamente amplo, mas por emquanto foi o que consegui pensar sobre ensinar o que nao se sabe.

Sexta depois do ensaio do para 3 falta 1, surgiu uma conversa sobre dança contemporânea, o que é dança contemporânea. Bom, conversa difícil. Tem aquela que pode chamar de “estilo contemporâneo” que as roupas são coladas e que um movimento surge a partir do outro movimento ( coloca-se no youtube DANÇA CONTEMPORANEA, aparece mais esse). A questão foi: qual o estilo que o núcleo se inseriu? Cleide pensou em evolution cotemporary dance.

A contemporaneidade me motiva, e me deixa tranqüilo e curioso, mesmo com tantas contas a pagar. Ser contemporâneo é usar a miséria pra gerar idéias e imagens. Nesse momento somos quem somos. Parasito hoje, coitado amanha; correria hoje, vitória amanha.

Postado por: Cesar Costa




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